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Não é sobre cirurgia. É sobre o processo. Cada etapa define o resultado final.

Não é a cirurgia que define o resultado.É o processo. O sucesso só acontece quando o paciente recupera sua autonomia e retoma sua vida. Um recente artigo reforça o que ainda é subestimado na prática:o futuro da cirurgia cardíaca está na recuperação funcional otimizada.Modelos como o F4 (Fast Forward to Full Function), dentro do ERAS […]

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Aumentar o volume de cirurgias cardíacas em até 58% sem novos leitos, sem expansão e sem aumentar a equipe.

Sim, é possível.A pergunta é: como sua instituição está conduzindo essa estratégia? A média de permanência ainda é tratada como um indicador operacional.Mas, na prática, ela define a capacidade real de atendimento da instituição. De acordo com o DataSUS, em 2024 foram realizadas cerca de 36 mil cirurgias cardíacas, com permanência média de 12,6 dias.

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Experiência do paciente: estamos medindo certo?

Realizamos cirurgias complexas, utilizamos tecnologia avançada e acompanhamos inúmeros indicadores assistenciais. Mas existe uma pergunta que ainda incomoda: estamos acompanhando o desfecho que realmente importa para o paciente? Imagine um paciente de cirurgia cardíaca. O procedimento é tecnicamente um sucesso. Mas, no pós-operatório, ele evolui com uma infecção de esterno. Precisa de nova cirurgia.Permanece mais

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Qualidade não é auditoria. É o que acontece quando ninguém está olhando.

Acreditação não é evento, é cultura. Quando falamos de acreditação hospitalar, ainda é comum enxergar o processo como um grande momento: a auditoria. Mas a pergunta mais importante vem depois:o que permanece quando ela acaba? Porque o maior desafio das instituições não é conquistar a acreditação,é sustentar, no dia a dia, os padrões que ela

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O problema da saúde hoje não é a falta de informação

Hospitais estão cheios de dashboards.E, mesmo assim, muitas decisões ainda são tomadas sem análise real dos dados. O problema da saúde hoje não é falta de informação.É excesso de dados sem interpretação. Quando indicadores ficam restritos a telas e relatórios, eles deixam de cumprir seu papel.Viram números frios.Gráficos bonitos.Mais uma tarefa na rotina.Visualizar dados não

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O ERAS (Enhanced Recovery After Surgery) vai muito além da simples adoção de diretrizes

é um sistema complexo que exige coordenação multidisciplinar e monitoramento rigoroso. Como destaca o Prof. Dr. Omar Mejia, Board do Conselho Consultivo da ERAS CARDIAC SOCIETY e consultor da Cardux,(em Webinarsobre ERAS) a aplicação desse modelo tem transformado os desfechos na cirurgia cardíaca global através da recuperação inteligente. Diferente de consultorias convencionais, a Cardux Consultoria foca

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IA na Saúde: Estamos Inovando ou Apenas Digitalizando a Ineficiência?

A implementação de inteligência artificial em hospitais e operadoras costuma ser anunciada como símbolo máximo de modernidade. No discurso, parece revolução. Na prática, muitas vezes é apenas a automação de processos antigos e ineficientes. Se a lógica do cuidado continua fragmentada, se as decisões ainda nascem de silos de dados e se a cultura assistencial

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O acerto é consequência dos erros que não nos pararam.

No sistema de saúde, ainda existe uma cultura punitiva em torno do erro.Mas sistemas complexos não evoluem com punição. Evoluem com aprendizado estruturado. Na CARDUX, quando realizamos o track de um paciente submetido a uma cirurgia de alta complexidade, como uma revascularização do miocárdio, acompanhamos toda a jornada: pré-operatório, intraoperatório, UTI, enfermaria e pós-alta. ✔️

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Não existe “cada setor faz a sua parte” quando falamos de cuidado em saúde.

O valor não está apenas nos pontos de conhecimento isolados, mas nas interdependências. A lógica fragmentada pertence a um modelo ultrapassado. O paciente não pertence à enfermaria, ao centro cirúrgico ou à UTI. O paciente é de todos. Quando uma instituição muda esse olhar, de setores isolados para a responsabilidade compartilhada, algo estrutural acontece: ☑️

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Na implementação do ERAS, o maior desafio não é o protocolo. É a liderança.

Em um hospital, estamos todos no mesmo barco.Mas nem todo líder conduz a mudança da mesma forma. Ao implantar o ERAS, é comum encontrarmos três perfis: 1️⃣ O resistente à mudança“ Sempre fizemos assim e sempre deu certo.”A prática é guiada pela tradição, não por indicadores.Prefere manter o barco ancorado, mesmo quando o cenário já

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