Em um hospital, estamos todos no mesmo barco.
Mas nem todo líder conduz a mudança da mesma forma.
Ao implantar o ERAS, é comum encontrarmos três perfis:
1️⃣ O resistente à mudança
“ Sempre fizemos assim e sempre deu certo.”
A prática é guiada pela tradição, não por indicadores.
Prefere manter o barco ancorado, mesmo quando o cenário já mudou.
2️⃣ O cético, pessimista antecipado
“Isso não vai funcionar aqui.”
As dificuldades são listadas antes mesmo da primeira tentativa.
Vê o vento como ameaça, não como direção.
3️⃣ O líder estratégico, construtor
“Com o que temos hoje, o que é possível melhorar?”
Aberto a adaptações, disposto a testar, medir, ajustar e evoluir.
Entende que não controla o vento, mas pode ajustar as velas.
É este terceiro perfil que sustenta a implementação do ERAS.
Porque o ERAS não é sobre impor metas irreais.
É sobre melhorar progressivamente, com base em evidência e dados reais da instituição.
Uma média de permanência hospitalar de 30 dias não precisa cair para 5 dias da noite para o dia.
Mas também não pode ser considerada “normal” apenas porque sempre foi assim.
📊 O que não se mede, não se melhora.
E o que não se questiona, se perpetua.
A Cardux realiza uma avaliação in loco para compreender a realidade assistencial e o grau de maturidade organizacional de cada hospital.
A partir desse diagnóstico situacional, desenvolvemos um plano estratégico estruturado, respeitando a capacidade instalada e os processos existentes, com foco em intervenções graduais, sustentáveis e baseadas em evidência.
Reduzir 30 dias para 20 já é impacto clínico relevante.
Depois 18.
Depois 15.
Melhoria contínua não nasce da resistência.
Nasce da liderança que decide ajustar as velas.
🔎 No fim, estamos todos no mesmo barco.
A pergunta é: que tipo de liderança está conduzindo essa jornada na sua instituição?
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